PAIXÃO SEGUNDO BENTO XVI

 

Porventura não é cruel um Deus que exige expiação infinita, sendo uma ideia indigna de Deus?

A questão foi trata pelo papa Bento XVI em seu livro sobre Jesus. O papa explicou que se verifica a partir da cruz um modo precisamente inverso.

– A realidade do mal, da injustiça que deturpa o mundo e conjuntamente mancha a imagem de Deus…tal realidade existe, por culpa nossa. Não se pode simplesmente ignorar, temos de desfazer-nos dela. Ora, acontece não que um Deus cruel venha pedir algo de infinito, mas precisamente o contrário: o próprio Deus coloca-Se como lugar de reconciliação e, no seu Filho, carrega o sofrimento sobre Si.

Bento XVI oferece uma reflexão apropriada: “O próprio Deus bebe o cálice de tudo aquilo que é terrível e, assim, restabelece o direito por meio da grandeza de sua amor, o qual através do sofrimento, transforma a escuridão.

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