SÍNODO PARA ESCUTAR, DIZ DOM FÁBIO FABENE

Dom Fábio Fabene – assessor do Sínodo 2019 – sustentou que a assembleia sinodal especial Panamazônica segue diretriz do papa Francisco. “Uma igreja sinodal é uma igreja que escuta, sabendo que escutar é mais que ouvir”, destacou, citando o santo padre. É uma escuta mútua em que todos têm algo para aprender. Povo fiel, colégio episcopal, o bispo de Roma: um escutando o outro e todos escutando o Espírito Santo, acrescentou dom Fábio Fabene

Um questionário foi apresentado pela Santa Sé e enviado as dioceses da região amazônica. A Santa Sé aguarda retorno em fevereiro. O chamado “instrumentum laboris” – documento de trabalho – até junho.

Cada sinodo tem fixado critérios específicos para os participantes.

Um total de 102 bispos estão definidos porque integram a região.

57 do Brasil, 14 da Colômbia, 10 do Peru, 7 da Venezuela, 6 da Bolivia, 5 do Equador, 1 da Guiana inglesa, 1 da Guiana Francesa e 1 do Surinami.

Os presidentes das conferência episcopais estão relacionados. O presidente da CNBB para o sínodo será eleito em maio, durante encontro em Aparecida. O presidente do Celam também está relacionado.

Dom Fábio Fabene lembrou que o papa Francisco tem prerrogativa de nomear outros membros como padre sinodais, incluindo bispos, sacerdotes e religiosos, em virtude de sua competência na área geográfica e cultura na questão. Dom Erwin Krautler, emérito do Xingu, será um dos convidados.

O sínodo tem espaco ainda para leigos com competência no tema amazônico, além de delegações de outras religiões e organizações civis.

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